About
Mendel Gusmão (since 1987), prazer!
Prazer aliás, que é só meu. Egoísta? E se eu disser que o prazer é só seu? Arrogante? Subestima e vingança por combustão espontânea em algum momento da nossa vida em comum. Sem dogmas, sem rótulos, sem predefinições limitadoras e hipócritas. Somente a expressão mais íntima e individual dos meus desejos. O tipo de cara que volta pra casa refletindo os próprios erros e não os dos outros. Aquele que de tanto querer que os outros fizessem questão dele, hoje faz questão de que ninguém faça questão dele. E primar pela estética de mauzão ainda é um sagrado e válido hype, morô? Dissidência moral. É isso.
“Um orador limitado a um idioma morto”.